A gestação de um filho é um momento esperado por muitas pessoas. Alegria, realização pessoal, curiosidade e medo passam a ser constantes. Afinal de contas, trazer uma nova vida ao mundo é uma responsabilidade e tanto. Vale a pena saber que as malformações congênitas podem ser identificadas ainda durante o pré-natal.

De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), um a cada 33 bebês podem apresentar modificações estruturais ou funcionais.   

MALFORMAÇÃO CONGÊNITA E AMPUTAÇÃO INFANTIL

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O pequeno Arthur tem hemimelia fibular.

Apesar da baixa incidência, a malformação congênita é uma das principais causas de amputações em crianças com menos de 5 anos de idade. E costumam afetar o funcionamento do coração, pulmão, ou em outros casos, impedem que o corpo se desenvolva por completo, resultando em braços, pernas e dedos malformados, seja de membros superiores ou inferiores.  

A Hemimelia Fibular, é um exemplo bastante comum de malformação congênita, que atinge um a cada 50 mil bebês e consiste na ausência parcial ou completa da Fíbula, osso longo que junto da Tíbia, é responsável pela sustentação corporal.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os motivos para que a malformação congênita ocorra não são 100% exatos, mas fatores de origem genética, infecciosa, ambiental e nutricional foram apontados como os grandes responsáveis.

COMO DECIDIR A AMPUTAÇÃO?

Quando a família da pequena Maria Clara recebeu a notícia de que ela havia nascido com malformação no pé esquerdo, por exemplo, uma das primeiras soluções apresentadas pelos médicos, foi o nível de amputação transtibial.

Apesar do tabu em relação ao assunto, a mãe sabia que caso a cirurgia fosse realizada durante os primeiros anos de vida da filha, o tempo de adaptação às próteses ortopédicas seria relativamente curto, e a aceitação da criança com o acompanhamento psicoterápico se daria de forma mais natural também.

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Maria Clara tem amputação transtibial.

AMPUTAÇÃO CONGÊNITA E PRÓTESES INFANTIS

O pensamento principal que os pais precisam ter em mente, quando descobrem que o filho nascerá com alguma malformação congênita, é que a qualidade de vida do filho pode ser conquistada, mesmo com uma modificação externa e aparentes limitações físicas.

Os paradigmas do preconceito estão sendo quebrados de acordo com os avanços tecnológicos, principalmente os componentes protésicos, que visam uma maior naturalidade quando o assunto é amputação infantil. Customizar e personalizar uma prótese ortopédica com um personagem querido, já é uma realidade e funciona muito bem como ferramenta de socialização dos pequenos.

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